Hello there!
Quando assisti à palestra obrigatória da Cultural Care, em fevereiro/2016, minha agente insistiu para que eu marcasse a entrevista o quanto antes. Como estava sem pressa, preferi esperar um pouquinho, pois só pretendia ficar on-line no segundo semestre deste ano. Agora em Julho, decidi que era a hora de fazer o teste de Inglês e agendei com a representante aqui da minha cidade duas semanas antes da data escolhida.

No dia 29/07, cheguei à agência com 20 minutos de antecedência e recebi um formulário para preencher com informações pessoais. Geralmente a entrevista ocorre antes do teste de Inglês, mas comigo foi ao contrário. Como não sou de São Paulo, a representante me colocou em contato com uma agente da matriz via Skype. O teste consiste em uma conversa bem informal e, para mim, durou menos de 10 minutos. Pergunta de emergência, filme favorito da infância e receita? Nadinha disso caiu. Por isso, acho importante não decorar as respostas. Eu tinha uma ideia do que responder, mas nada memorizado. As perguntas que caíram no meu teste foram:

- Tell me about yourself.
Me apresentei; falei nome, idade, onde e com quem moro. Quando falei sobre a minha família, a agente emendou a próxima pergunta, tudo de forma bem natural.

- What do you like to do with your family?
Falei sobre minha família e a rotina em casa. Enquanto eu respondia, a agente ia fazendo follow-up questions para estender o assunto. Ela me perguntou se eu tinha irmãos e bichos de estimação. Respondi que tenho um irmão mais novo e ela me perguntou a idade dele.

- What do you work with?
Falei sobre meu trabalho atual e a faculdade. Ela me perguntou sobre empregos passados e comentei sobre cada um bem rapidamente.

- Why do you want to be an Au Pair?
Como sou formada no Magistério, expliquei que trabalho há bastante tempo com crianças e que essa é uma boa oportunidade para melhorar meu Inglês. Nos contatos anteriores que tive com a CC, sempre foi bastante frisado que o ponto principal do programa é o trabalho. Nas palestras (pelo menos nas que eu pude assistir), eles sempre reforçaram que as crianças são a parte mais importante. Por isso, acho legal, ao responder a essa perguntinha de praxe, enfatizar as experiências com crianças e mostrar por que você será uma boa Au Pair.

- What are your experiences with children?
Aproveitando o gancho da pergunta anterior, falei sobre todas as experiências que eu tive. A agente me perguntou qual foi minha maior dificuldade ao lidar com adolescentes, já que a maior parte das minhas experiências é com crianças de dois a cinco anos. 

- What activities would you do with your host kids?
Falei que depende da idade e citei atividades de artesanato. A agente me perguntou quais são minhas expectativas para o programa. 

- Have you ever been abroad? Are you willing to extend your stay for another year?
Comentei que nunca saí do Brasil. Sobre a extensão, disse que tudo vai depender de como será meu primeiro ano, mas que, inicialmente, pretendo ficar doze meses e voltar para o Brasil para me dedicar à profissão que quero seguir. A agente me perguntou se quero continuar sendo professora e eu falei que quero ser Comissária. Ela me desejou boa sorte e finalizou a entrevista com algumas perguntas sobre saúde.

- Have you been hospitalized within the last year?
Falei que não havia sido hospitalizada no último ano, então ela me perguntou se eu já havia feito acompanhamento com psicólogo ou tido problemas psiquiátricos. Depois disso, ela me perguntou se eu tinha alguma pergunta para ela, e eu disse que não (depois da entrevista, fiquei meio em dúvida se deveria ter perguntado algo só para demonstrar interesse, mas nem deu em nada).

Simples assim. Lendo aqui, pode-se ter a impressão de que foi demorado, mas não passou mesmo de dez minutos. Em seguida, a representante desligou o Skype e deu início à entrevista pessoal. Ela me disse que, geralmente, as entrevistas de nível intermediário demoram mais. Como foi tudo bem rápido, ela anotou minhas respostas do teste e foi me fazendo perguntas em cima delas. Essa parte durou aproximadamente meia hora. 

Complementei as respostas do teste de Inglês, dessa vez em português. Falei em detalhes sobre todas as minhas experiências com crianças, tarefas que faço em casa, coisas que gosto de fazer no tempo livre e o que pretendo fazer no futuro. Ao final da entrevista, ela me pediu para me descrever em uma palavra. Recebi um e-mail dia 01/08, segunda-feira, com a aprovação no teste, os modelos de referências para preencher e o prazo de entrega do application. Achei bem desnecessário ter que preencher tudo em sete dias, sendo que só posso embarcar em 2017, mas consegui fazer tudo em uma semana. 

Entreguei tudo dia 08/08 e fiquei on-line dia 12/08, quatro dias depois. O resultado do teste de Inglês só descobri quando fiquei on-line e acessei meu perfil. Fiquei bastante feliz quando vi que tinha conseguido advanced. Após quatro dias on-line, a primeira família entrou no meu perfil. Agora é torcer para fazer um bom match (mas sei que ainda vai demorar, já que minha data de embarque está longe).
Até o próximo post!


Hello there!
No primeiro post do blog, eu contei que descobri o programa de Au Pair através de uma professora. Ela havia ido para os EUA através da Experimento/APIA e super me indicou a agência. Na época, eu estava interessada neles, mas mudei de ideia várias vezes ao longo dos últimos anos. Para decidir a agência com a qual eu realmente fecharia o programa, resolvi compilar prós e contras e listei alguns pontos determinantes para minha escolha:

- Agência conhecida;
- Seguro saúde completo;
- Proximidade e atendimento.

Após listar o que eu buscava na agência, cheguei às três opções mais conhecidas: Au Pair in America (Experimento), Au Pair Care (CI e STB) ou Cultural Care. Para ver todas as agências de Au Pair regularizadas pelo governo americano, clique aqui.

Em 2013, entrei em contato com a Experimento (APIA) e fui muito bem atendida. Fiz o mesmo com a CC e recebi por correio um brochure com várias explicações sobre o programa. Ambas as agências ficavam fora da minha cidade, então eu precisaria me deslocar para conhecê-las pessoalmente de qualquer maneira. Descartei logo a APC, pois as agências intermediárias exigem pagamento no ato da inscrição e o seguro saúde não me agradou muito.

Em 2014, a Cultural Care veio para a minha cidade, bem aqui no interior do Rio. Isso facilitaria minha interação com a agência, então fiquei bastante animada. Entrei logo em contato com a representante e adorei o atendimento. No começo de 2016, resolvi me inscrever em uma palestra, que acabou se transformando em uma conversa informal sobre o programa, já que éramos só eu e a agente. Então, decidi fechar com eles. Infelizmente, o escritório fechou dois meses após eu ficar on-line e deu lugar à uma franquia da Experimento, que sempre foi minha primeira opção. Mas como já tinha enfrentado todo o processo pela CC, decidi confiar e seguir com eles.

Para visualizar melhor os prós e contras de cada agência, eu fiz uma listinha:

Cultural Care
(+) Seguro saúde completo incluso no valor total do programa;
(+) Taxa do programa a ser paga em reais e apenas após o match;
(+) Não há intermediador. A agência é a mesma aqui e nos EUA;
(+) Aceite rápido;
(-) Uma família por vez no perfil (a pior parte de todas!);
(-) O application e a documentação devem ser entregues em apenas uma semana;
(-) O valor é o mais alto em relação às outras duas agências.

APIA/Experimento
(+) Várias famílias ao mesmo tempo no perfil;
(+) Treinamento realizado em hotel;
(+) Kit embarque bem completo;
(-) Taxa do programa cobrada em dólar;
(-) O aceite pode ser demorado, pois o application é revisado em Londres;

Au Pair Care - STB/CI
(+) Menor preço entre as três;
(+) Admite mais de uma família ao mesmo tempo no perfil;
(-) Seguro saúde básico;
(-) O tempo de match costuma ser maior em relação às outras agências (mas é bem relativo).

A escolha da agência é algo bastante pessoal. Há elogios e reclamações sobre todas, então é importante fechar com aquela que te passa mais segurança e que caiba em seu orçamento. Acho válido entrar em contato com todas e ver qual atende melhor às suas necessidades.
Até o próximo post!


Hello there!
Quando descobri o programa de Au Pair, em 2010, essa modalidade de intercâmbio não era tão popular quanto é hoje. Então, assim como quase (senão) todas as iniciantes, aprendi sobre o programa através de blogs e vlogs. Afinal, a melhor forma de buscar informações sobre o programa é através de quem já está nos EUA, certo? Hoje há muitos grupos de Au Pair espalhados pelo Facebook. Eu não tenho o costume de interagir neles, então minhas fontes de informação, além da lupa, sempre foram os blogs e vlogs. Por isso, resolvi compilar alguns dos que mais me ajudaram até aqui:

6 de Julho
Esse é, de longe, meu blog preferido. Eu me lembro direitinho de quando li o primeiro post e me identifiquei de cara com a Aline (talvez por ela ter colocado uma citação de uma das minhas bandas preferidas nele). O blog conta a trajetória dela como Au Pair, do início ao fim, em posts que fazem rir e refletir ao mesmo tempo.

Au Pairhaps
O blog da Pam foi um dos primeiros que eu comecei a acompanhar pra valer depois de descobrir o programa. Além de ter cuidado de um baby lindo, ela dá várias dicas úteis sobre a vida de Au Pair.

One More Sweet Dream 
Encontrei o blog da Duda em 2013, quando decidi entrar para a faculdade em vez de ser Au Pair, e ele me influenciou muito na escolha da agência. A positividade da autora e o amor com o qual ela falava sobre as quatro kids que cuidava aparecem em todos os posts.

Blablabla Au Pair
Para quem vai ser Au Pair através da APIA, o blog da Aline é super útil. Alguns posts são escritos em inglês, o que ajuda bastante na obtenção de vocabulário.

Karol Coelho
Esse foi o primeiro canal que assisti sobre Au Pair, lá em 2010. O básico sobre o programa aprendi com os vídeos da Karol.

Mundos e Fundos
No começo, eu passava horas assistindo aos vídeos da Ana, que ainda postou alguns vídeos depois de retornar ao Brasil. Ela foi Au Pair através da CI/APC.

Esses foram os blogs e vlogs que eu mais li/assisti quando conheci o programa. Se você acabou de entrar para esse mundo de Au Pair e está em dúvida sobre como tudo funciona, uma busca rápida no Google ou Youtube retornará outras centenas de resultados.
Até o próximo post!



Hello there!
Resolvi criar esse blog para deixar registrado um pouquinho dessa vida de (por enquanto futura) Au Pair. Minha história começa lá em 2010, quando minha professora me apresentou ao programa. Ela foi Au Pair em Wisconsin por um ano e meio. Na época, eu, cursando o segundo ano do Magistério e estagiando em uma pré-escola, fiquei encantada com a ideia. A partir de então, mergulhei em uma jornada louca de pesquisa: noites e noites lendo blogs e assistindo a vlogs, horas e horas revirando as páginas das agências, dias e dias imaginando como seria na minha vez de embarcar para os EUA.

Como ainda tinha quinze anos, fui guardando toda a expectativa e ganhando experiência para quando chegasse a minha vez. No último ano do Curso Normal, em 2012, decidi que daria início ao processo para ser Au Pair aos dezoito, mas consegui bolsa para uma faculdade pertinho de casa e preferi adiar os planos por mais quatro anos. Parecia perfeito: acabaria o curso aos 21, com dois diplomas e boa bagagem. Não foi nem um pouco fácil ignorar a ansiedade, mas me segurei para terminar o que havia começado.

Eis que, após quase sete anos nesse circuito pré-Auperiano, acompanhando as idas e vindas de várias meninas, eu posso, finalmente, dizer que chegou a minha vez! Estou iniciando o processo e, se tudo correr direitinho, pretendo embarcar em 2017. Aqui registrarei minha jornada conforme as coisas forem acontecendo. Espero que gostem de me acompanhar nessa aventura!